DDM e Casa da Mulher Paulista realizam encontro em Santa Fé do Sul pelos 19 anos da Lei Maria da Penha

 DDM e Casa da Mulher Paulista realizam encontro em Santa Fé do Sul pelos 19 anos da Lei Maria da Penha

Na tarde da última quinta-feira (7), a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Santa Fé do Sul, em parceria com a Casa da Mulher Paulista, promoveu um café da tarde em homenagem aos 19 anos da Lei Maria da Penha. A legislação, sancionada em 2006, é considerada um marco no combate à violência contra a mulher no Brasil e referência internacional na proteção dos direitos femininos.

O evento foi realizado na sede da DDM e reuniu mulheres atendidas pela Casa da Mulher, além de convidadas da própria equipe da delegacia e de entidades parceiras. Entre conversas, relatos e reflexões, o encontro buscou reforçar a importância da união e da conscientização sobre os direitos conquistados ao longo dessas quase duas décadas.

A delegada titular, Dra. Karla Cristina Martins Pereira, destacou que a data é mais do que uma comemoração. “Celebrar os 19 anos da Lei Maria da Penha é reforçar diariamente o nosso compromisso com a proteção, o acolhimento e o empoderamento das mulheres. A luta por uma sociedade mais justa e segura continua e encontros como esse são fundamentais para fortalecermos essa rede de apoio”, afirmou.

A coordenadora da Casa da Mulher Paulista, Cristeli Santana, também ressaltou a importância do trabalho conjunto. “Essa lei é um marco na história da mulher brasileira. Hoje, além de celebrarmos essa conquista, reafirmamos nosso papel de acolher, orientar e caminhar lado a lado com cada mulher que precisa de ajuda e apoio”, disse.

Estiveram presentes ainda a escrivã da DDM, Priscila Guimarães, a vice-prefeita de Rubineia, Carla Ribeiro, que também representou a Associação Comercial do município, a vice-presidente da OAB, Meire Luchetti, além de outras mulheres da comunidade.

O clima de acolhimento e união marcou a tarde, lembrando que, apesar dos avanços trazidos pela Lei Maria da Penha, o desafio de combater a violência doméstica e promover igualdade de gênero permanece atual e urgente.

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